Arquivo de Junho, 2009

Sindicato quer “pressão” para falta de meios da PSP

In “DN Portugal”

por Lusa17 Junho 2009

Governo Regional

Quatro esquadras a trabalhar sem condições, falta de 150 efectivos, viaturas e material, armas desactualizadas foram algumas das deficiências que o presidente do Sindicato Unificado de Polícia constatou ao visitar ontem o Comando Regional da Madeira.

Peixoto Rodrigues, após uma reunião no Funchal com o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, disse ter solicitado que o Governo Regional da Madeira “exerça pressão” junto do Executivo da República para resolver aqueles problemas.

Sustentou que o Governo madeirense tem todo o interesse em ver aqueles problemas resolvidos porque “são aspectos que estão relacionados com a garantia de mais e melhor segurança para a Madeira, duma Região que vive essencialmente do turismo”, apesar  da resolução depender do Ministério da Administração Interna.

Peixoto Rodrigues revelou que, nas visitas que efectuou às esquadras do Arquipélago, detectou que quatro instalações funcionam em “condições preocupantes” – casos da Ponta do Sol, S.Vicente, Porto Santo e Santa Cruz.

Referiu que a situação de S.Vicente está em vias de solução, uma vez que foi anunciada a sua transferência a 06 de Julho para o edifício do centro de saúde daquele Concelho.

No caso da Ponta do Sol, recordou que os técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil “já aconselharam o seu encerramento por não oferecer condições de segurança” e, apesar da Câmara Municipal ter “disponibilizado o terreno e existir um projecto, tudo está pendente da decisão do Ministério da Administração Interna”.

“Faltam efectivos no Comando Regional da Madeira que devia ser reforçado com mais 150 elementos. Existem problemas ao nível das viaturas, deficiências em termos de material de ordem pública (bastões, viseiras e capacetes), além de falta de coletes anti-bala”, mencionou.

O sindicalista realçou ainda que os agentes na Madeira não dispõem de armas novas, “as que existem estão desactualizadas, têm entre 40 e 50 anos”.

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Sindicato pede “pressão” do Governo Regional para resolver falta de condições e meios da PSP

RTP online

Funchal, 16 Jun (Lusa)- Quatro esquadras a trabalhar sem condições, falta de 150 efectivos, viaturas e material, armas desactualizadas foram algumas das deficiências que o presidente do Sindicato Unificado de Polícia constatou ao visitar hoje o Comando Regional da Madeira.

Peixoto Rodrigues, após uma reunião no Funchal com o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, disse ter solicitado que o Governo Regional da Madeira “exerça pressão” junto do Executivo da República para resolver aqueles problemas.

Sustentou que o Governo madeirense tem todo o interesse em ver aqueles problemas resolvidos porque “são aspectos que estão relacionados com a garantia de mais e melhor segurança para a Madeira, duma Região que vive essencialmente do turismo”, apesar da resolução depender do Ministério da Administração Interna.

SUP/PSP visita esquadras degradadas

In “DN.pt”

15-06-2009

Madeira psp

Sindicato de Polícia pretende reunir elementos para a elaboração de um documento a enviar ao Ministro da Administração Interna

Uma delegação do Sindicato Unificado de Polícia (SUP/PSP) desloca-se à Madeira entre os dias 15 e 18 de Junho com o objectivo de se inteirar dos problemas que afectam os agentes da PSP na Região, entre eles a degradação das Esquadras de Machico, Santa Cruz e Ponta do Sol.

A delegação chefiada pelo presidente da SUP/PSP, Peixoto Rodrigues, tem agendados encontros com um representante do Governo Regional e com o Comandante do Comando Regional da Madeira.

Esta visita de trabalho permitirá reunir dados para um documento dirigido ao Ministro da Administração Interna dando conta dos problemas que a PSP enfrenta na Região.

Artur de Freitas Sousa

SUP solicita fecho de instalações da PSP da Ponta do Sol

In “Jornal de Madeira”

16JUN2009

O Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública vai solicitar o «encerramento imediato» das instalações da PSP da Ponta do Sol ao MAI. Afirmando ter conhecimento de que já há um terreno para a construção de uma nova esquadra, o presidente do SUP diz que entretanto a solução «terá de ser o Governo – o MAI – através do protocolo com o Governo Regional ou a Câmara, arranjar umas instalações provisórias».

Portas Sol MadeiraO Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública (SUP/PSP) vai solicitar ao Ministério da Administração Interna (MAI), o «encerramento imediato» das instalações da PSP da Ponta do Sol.
O presidente do SUP/PSP, que se encontra de visita à Madeira, até quinta-feira, a fim de se inteirar da degradação de algumas esquadras e de outros problemas existentes, visitou, ontem, a esquadra da Ponta do Sol e apontou problemas relacionados com a falta de segurança daquelas instalações. Nesse sentido, adiantou que as mesmas devem ser encerradas de imediato. Questionado sobre qual a solução, que no seu entender terá de ser encontrada para que os profissionais possam desenvolver a sua actividade, disse que «terá de ser o Governo – o MAI – através do protocolo com o Governo Regional ou a Câmara, arranjar umas instalações provisórias, porque também temos a informação que a Câmara da Ponta do Sol tem um terreno e existe o projecto. Falta é a verba para avançar com o edifício, algo que compete ao MAI». Peixoto Rodrigues sublinhou que «não basta o senhor ministro muitas vezes vir a público falar de mais construção de esquadras e melhoramento de esquadras», quando «nós verificamos que isso não está a acontecer».
De acordo com o responsável, «a esquadra da Ponta do Sol, em termos de segurança, é aquela que, à primeira vista, podemos apontar como uma das esquadras mais problemáticas do Comando». Segundo referiu, isso mesmo foi atestado por técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC). «Se quem tem a supervisão dos edifícios, a entidade credenciada do país para fazer a avaliação – o LNEC – diz que sim , acho que assiste-nos o direito de solicitar o encerramento imediato destas instalações», frisou.
A solicitação será feita no final da semana, altura em que, após o levantamento geral das condições das esquadras da Região, o SUP vai elaborar um documento a enviar ao ministro da Administração Interna.
Ontem, a delegação do SUP que se desloca à Madeira visitou também as esquadras de São Vicente e do Porto Moniz. A primeira, diz o sindicalista, «não tem condições absolutamente nenhumas, nem proporciona dignidade aos profissionais que ali prestam serviço, bem como ao cidadão que ali se desloca para tentar resolver os seus problemas». Isto para além do efectivo «extremamente reduzido». Entretanto, as novas instalações irão começar a funcionar a 6 de Julho (ver página 5). Já a do Porto Moniz, disse que está em obras e que, «dentro daquilo que temos visitado, está aceitável».
Hoje, às 17h00, o SUP vai reunir com o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, em representação do Governo Regional, a quem irá transmitir as preocupações em relação aos problemas de algumas esquadras da Região. É que, embora esta não seja uma competência do Executivo madeirense, Peixoto Rodrigues espera que um eventual alerta do Governo Regional possa ter algum «peso». Na quinta, a delegação vai reunir com o comandante da PSP/Madeira e, no final da visita à Região, irá então elaborar o documento a enviar ao ministro da Administração Interna.

Ricardo Caldeira

Falta de polícias e esquadras sem condições na Madeira

In “Público”

16.06.2009 – 21h29 Lusa

Presidente do Sindicato Unificado de Polícia alerta

Quatro esquadras a trabalhar sem condições, falta de 150 efectivos, viaturas e material, armas desactualizadas foram algumas das deficiências que o presidente do Sindicato Unificado de Polícia constatou ao visitar hoje o Comando Regional da Madeira.

Peixoto Rodrigues, após uma reunião no Funchal com o secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António Correia, disse ter solicitado que o Governo Regional da Madeira “exerça pressão” junto do Executivo da República para resolver aqueles problemas.

Sustentou que o Governo madeirense tem todo o interesse em ver aqueles problemas resolvidos porque “são aspectos que estão relacionados com a garantia de mais e melhor segurança para a Madeira, duma Região que vive essencialmente do turismo”, apesar da resolução depender do Ministério da Administração Interna.

Peixoto Rodrigues revelou que, nas visitas que efectuou às esquadras do Arquipélago, detectou que quatro instalações funcionam em “condições preocupantes” – casos da Ponta do Sol, S.Vicente, Porto Santo e Santa Cruz.

Referiu que a situação de S.Vicente está em vias de solução, uma vez que foi anunciada a sua transferência a 6 de Julho para o edifício do centro de saúde daquele Concelho.

No caso da Ponta do Sol, recordou que os técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil “já aconselharam o seu encerramento por não oferecer condições de segurança” e, apesar da Câmara Municipal ter “disponibilizado o terreno e existir um projecto, tudo está pendente da decisão do Ministério da Administração Interna”.

“Faltam efectivos no Comando Regional da Madeira que devia ser reforçado com mais 150 elementos. Existem problemas ao nível das viaturas, deficiências em termos de material de ordem pública (bastões, viseiras e capacetes), além de falta de coletes anti-bala”, mencionou.

O sindicalista realçou ainda que os agentes na Madeira não dispõem de armas novas, “as que existem estão desactualizadas, têm entre 40 e 50 anos”.

O director nacional da PSP admitiu hoje o encerramento de esquadras

Lisboa, 21 Mai (Lusa) – O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, admitiu hoje o encerramento de esquadras, sublinhando que o acesso do cidadão à polícia é tão fácil que o número de postos actualmente existentes “não se justifica”.

“Hoje em dia, há uma acessibilidade dos cidadãos às esquadras que não havia há vinte ou trinta anos”, disse o responsável máximo da PSP, dando como exemplo a queixa electrónica, que permite que se faça uma queixa através da Internet.
 Num almoço promovido pela revista “Segurança e Defesa”, em Lisboa, em que participou como orador convidado, Oliveira Pereira sublinhou que “o acesso à PSP é de tal maneira facilitado que não se justifica o número de esquadras existentes”.

Polícias desafiam Sócrates a ser agente por 15 dias

Sindicato Unificado da PSP acusa Governo de autismo face às suas reivindicações. Diz que só sentindo na pele dificuldades os poderá entender.

A PSP e o Governo não se entendem no que toca ao novo estatuto desta força policial. Ontem, enquanto, pela manhã, o Secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, afirmava que a PSP tem cada vez melhores condições de operacionalidade, à tarde, o Sindicato Unificado da PSP (SUP) fazia uma vigília junto ao Palácio de São Bento invocando as dificuldades e a desmotivação reinantes no seio desta força policial.

Perante “o autismo do Governo”, face às suas reivindicações, o SUP desafiou o Primeiro Ministro José Sócrates a vestir a farda de um agente da PSP durante 15 dias, de modo a sentir na pele as dificuldades da classe. “Só assim, o primeiro ministro poderá estar em condições para entender e atender as nossas reivindicações”, disse ao DN o presidente do SUP, Peixoto Rodrigues.

O sindicato relembrou aquilo por que luta a um assessor de Sócrates, que recebeu alguns delegados sem que estes estivessem à espera, já que não foi solicitado qualquer encontro. Mais uma vez, reclamaram uma remuneração adequada à exigência do serviço; a atribuição do subsídio de risco aos profissionais da PSP; a exclusão da PSP da Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Função Pública, a inclusão dos cônjuges nos serviços de saúde da PSP e a pré-aposentação aos 55 anos de idade ou (e não “e”, como pretende o Governo) 36 anos de serviço.

No topo das preocupações está a questão salarial, como “manifestou” o agente 750 euros – um manequim que integrou o grupo de cerca de 50 elementos que estiveram na vigília. “Isto é um protesto ao salário de um agente do 1.º escalão. Se tivermos em conta que muitos são deslocados, têm de pagar alojamento e alimentação e de enviar dinheiro para a mulher e os filhos, os 750 euros correspondem ao salário mínimo nacional”, contesta Peixoto Rodrigues.